No domingo 18 de outubro tive a oportunidade de conhecer pessoalmente Miguel Cavalcanti e de passar uma manhã muito agradável discutindo assuntos diversos. Valeu cada minuto.
Tudo começou numa sexta pela noite quando Miguel (@mcavalcanti) twitou que estaria em Porto Alegre para o aniversário do avô da sua esposa. Não perdi a oportunidade e marcamos um encontro via Twitter para o domingo. Encontramo-nos num shopping center e tomamos um café (eu na verdade tomei Coca-Cola). Devo dizer que Miguel é uma pessoa muito simples e simpática, e sem dúvida com muito conhecimento e mente aberta.
Discutimos diversos assuntos, e de tão rica que foi a conversa resolvi fazer um mindmap da mesma; pois é minha maneira de gravar melhor as coisas… afinal de contas, sou um visual thinker. Se quiser ver o mindmap com mais detalhes clique na imagem acima ou aqui.
Obrigado por contribuir com suas opiniões que enriquecem em muito as minhas aulas, forçando os alunos a pensar. Keep the good job!!!
Livros:
The Ultimate Question – Fred Reichheld – (A Pergunta Definitiva) Brain Rules – John Medina (ainda sem tradução) Presentation Zen – Garr Reynolds – (Apresentação Zen) Here Comes Everybody – Clay Shirky – (ainda sem tradução)
Escrevi este post a pedido do André Tenório que (via twitter) solicitou o conteúdo da mesma. Espero que seja útil para todos, como foi para mim.
Sempre gostei da Pixar, não só pela qualidade dos filmes que fazem, mas principalmente pela experiência que produziram na minha vida e na dos meus filhos. São sem dúvida uma referência em vários sentidos para mim. O vídeo abaixo, intitulado: “From Screen to Shelf” possui coisas muito, mas muito, interessantes e que podemos utilizar para melhorar a “User Experince” de nossos clientes, equipes e/ou alunos. Confira o vídeo em HD se possível. Muitas vezes pensamos que o que mais importa são os resultados, mas a caminhada até nosso alvo, o trajeto até nosso objetivo, é o que nos faz melhores.
Confira as “figuras” que trabalham juntas, perfis completamente diferentes, todos focados no mesmo objetivo. Latinos, orientais, anglo-saxões, e gente completamente diferente (como o Ben Butcher, cheio de piercings) fazem uma mistura que deve tornar a caminhada muito interessante;
Só de olhar para as paredes da sala… dá vontade de trabalhar lá. Que ambiente sensacional, e que incentiva a criatividade, principalmente se a caminhada é longa;
A importância que dão a “Storytelling“, chegando ao ponto de querer incluí-la nos brinquedos;
O cuidado com ter processos bem definidos, mesmo para atividades altamente criativas. Primeiro “brainstorming“, que se transforma em “concept sketches“, depois “control drawings“, emcima deles “overlay“, passando depois para o “sculpting“, “deco“, e finalmente “testing” onde o John Lasseter faz questão de testar cada brinquedo.
O envolvimento da alta chefia, no caso o Lasseter”, na jogabilidade dos brinquedos… ou seja, tornar-se o cliente. Gostei da frase que no final do vídeo o George McClements fala: “você quer produzir algo que no final lhe dé muito orgulho“.
Todo este cuidado na experiência que os funcionários têm em produzir um brinquedo, na caminhada que está sendo trilhada me lembrou da frase que o Ted Booth, da Smart Design, falou numa entrevista:
Ter uma boa idéia é apenas o começo. É a transformação da idéia numa coisa real e que funcione que está a verdadeira e excitante experiência. Fazer com que uma idéia tenha vida, se transforme em algo que faça sentido, e depois colocá-la no mercado e que se conecte com pessoas de uma maneira realmente significativa – isso sim vale a pena.
Para pensar:
Você está fazendo a caminhada da sua equipe algo que realmente vale à pena, ou é apenas “trabalho” para eles?
Como o ambiente físico e emocional onde você trabalha está tornando a caminhada mais criativa e prazerosa?
As diferenças pessoais da sua equipe contribuem para sua caminhada ou são na verdade motivo de problema?
Você está produzindo algo que realmente lhe dá muito orgulho? ou apenas “trabalha”?
Para terminar, somente um pequeno detalhe que acredito muitos não viram. Numa das portas tem um logotipo do “Cars 2“…e escrito War Room embaixo!!! Não percebeu? Então confira logo abaixo.
Feliz 2009. Gostaria de começar este novo ano com a frase: “o que você faria em 2009 se soubesse que NÃO falharia?“. Todo início de ano as pessoas fazem resoluções e promesas que na maioria das vezes terminam sendo vazias… mudar de ano, de 2008 para 2009, não faz a menor diferença se não mudarmos “por dentro“, se não mudarmos nossas práticas e prioridades. Por isso quero iniciar o ano atacando o maior dos nosso problemas: nossos próprios MEDOS.
Medo de não ser capaz, medo de não conseguir, medo de dar errado, medo de não estar a altura, medo do que os demais vão falar, medo de quebrar paradigmas… tantos medos que em 99,9% das vezes não são reais e pior ainda, que nunca descobrimos isso pois nos paralizam antes mesmo de tentar. CHEGA! . Em 2009 OUSE, TENTE, ARRISQUE… e você descobrirá que pode ir muito além do que jamais tentou.
No grande best seller de todos os tempos, a Biblia, quando Jesus foi questionado “se podia” fazer determinada coisa ele respondeu: “Tudo é possível ao que crê!” (Marcos 9:23). Por isso, nossa capacidade em realizar as coisas não está nas nossas habilidades, mas em Deus e na nossa capacidade de acreditar que dá para fazer!!!!. Lembro que certa vez ouvi ou li uma frase celebre que dizia: “não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez“. Genial!
RETIRE de sua vida os impossíveis, os medos e veja 2009 de maneira diferente. Feliz Ano Novo.
Outubro… coincidência ou não, estou começando um novo blog e novamente em outubro.
Espero que este blog venha a ser tão util para todos vocês como os outros. Sejam todos bem-vindos.